Destaque · 07/12/2021

Polícia Civil do Amazonas deflagra Operação Abatedouro Clandestino

Ao longo da manhã desta terça-feira (07/12), a polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da delegacia Especializada em Crimes contra o Consumidor (Decon), deflagou a Operação Abatedouro Clandestino, e apreendeu mais de 400 quilos de produtos que apresentavam riscos à saúde pública, dentre eles carnes de frango, bovina e miúdos.

Foram apreendidos mais de 400 kg de produtos que apresentavam riscos à saúde pública

De acordo do delegado Eduardo Paixão, titular da Decon, as equipes dos órgãos flagraram um estabelecimento clandestino na rua 8, bairro Alvorada, na zona centro-oeste, com infrações sanitárias graves, alimentos sem identificação de procedência, que ofereciam verdadeiro risco à saúde dos consumidores, pois desrespeitavam a legislação sanitária vigente.

A ação, que teve a parceria da Vigilância Sanitária de Manaus (Visa Manaus) e da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf), foi deflagrada com o objetivo de fiscalizar instalações precárias de abatedouros da capital.

Apreensões

Conforme a autoridade policial, foram apreendidos mais de 400 kg de produtos que apresentavam riscos à saúde pública, dentre eles carnes de frango, bovina e miúdos. O titular alertou, também, sobre o perigo da venda clandestina e, posteriormente, a possível ingestão desses alimentos sem registro sanitário.

“A operação decorreu na apuração de denúncias de consumidores e vizinhos contra instalações sanitárias precárias em abatedouro de animais clandestinos de Manaus”, explicou o delegado.

Procedimentos

A empresa clandestina foi autuada pelas infrações sanitárias flagradas e os proprietários responderão a um Inquérito policial (IP) pelos crimes contra as relações de consumo, contra o consumidor e contra a saúde pública.

“O alimento é essencial para a vida, mas sem procedência e impróprio para o consumo, ele se torna um veneno porque produz toxinas, que causam desde mal-estar momentâneo, duradouro ou prolongado com efeito para o resto da vida, e até mesmo a morte, por isso, não tivemos outra alternativa, senão Agir em conjunto, autuando o abatedouro, lacrando o estabelecimento e apreendendo esses produtos”, ressaltou Paixão.

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Por Agência Amazonas
FOTOS: Erlon Rodrigues e Divulgação/PC-AM