O médico se disse a favor da iniciativa, que, para ele, é coerente, considerando que os leitos serão ocupados por pacientes que têm o perfil do IMDL, em espaço segregado dos demais pacientes da unidade.
O presidente em exercício do Conselho Regional de Medicina (CRM), Jorge Akel, esteve nesta terça-feira (05/01) com o secretário de Estado de saúde, Marcellus Campêlo, no Instituto da Mulher Dona Lindu (IMDL), onde o Governo do Estado está convertendo 13 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 46 de enfermaria para o atendimento exclusivo de mulheres com a Covid-19.
O secretário Marcellus Campêlo ressaltou que a ala exclusiva para Covid-19, no segundo andar do Instituto da Mulher Dona Lindu, obedece ao protocolo de segregação da Fundação de Vigilância em saúde (FVS-AM).
”Só para esclarecer, esses novos leitos não são uma porta aberta para todos. É para as pacientes que fazem parte do protocolo de atendimento desse instituto e que são positivas para Covid-19. Então, nada melhor que uma paciente da ginecologia e da obstetrícia ser atendida por profissional especialista, dentro do hospital que é referência para tal. E, hoje, a Covid-19 vai fazer parte de todas as especialidades”, ponderou.

